SELEÇÃO JAPONESA: O que você precisa saber sobre o país na Copa do Mundo deste ano
Samurais Azuis chegam com baixas importantes, mas também contam com retornos que podem ser cruciais para o Mundial na América do Norte
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(Foto: The Athletic)
Ainda era madrugada por aqui quando, na sexta-feira, 15 de
maio, o Japão conheceu os 26 nomes escolhidos por Hajime Moriyasu para defender
a camisa azul na Copa do Mundo que se aproxima. Houve alegrias, houve
frustrações, mas nada capaz de frear a emoção que antecede o maior espetáculo
do futebol.
Com isso, preparamos um resumo especial para que você esteja
por dentro de tudo e possa seguir conosco a jornada da seleção japonesa em mais
uma aventura de Copa.
Quase 30 anos disputando entre a elite do futebol
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(Foto: The Athletic) |
O Japão vem mostrando evolução constante no cenário mundial,
tornando-se cada vez mais um adversário incômodo para as grandes seleções. E
esse crescimento não é obra do acaso, mas resultado de disciplina, trabalho e
visão de longo prazo. Os Samurais Azuis, passo a passo, foram escrevendo sua
história nas Copas. Saiba um pouco sobre cada participação:
• A estreia japonesa em Mundiais aconteceu em 1998, na
França, quando caiu no Grupo H, com Argentina, Croácia e Jamaica. Foram três
derrotas, mas também o primeiro gol em Copas, contra o país caribenho.
• Em 2002, jogando em casa, sediando a edição ao lado da
Coreia do Sul, viveu seu primeiro grande momento: liderou o Grupo H com
vitórias sobre Rússia e Tunísia, empatando com a Bélgica. A eliminação veio nas
oitavas, diante da Turquia.
• Na Alemanha, em 2006, sob comando do nosso lendário Zico,
os Samurais Azuis ficaram em último no Grupo F, ao lado de Austrália, Croácia e
Brasil. Somando apenas um ponto, diante dos europeus, não obteve sucesso.
• Mas em 2010, na primeira Copa disputada no continente
africano, o Japão voltou a realizar uma campanha positiva, disputando o Grupo E.
Vitórias sobre Camarões e Dinamarca, e uma derrota para a Holanda, levaram-no
às oitavas, onde caiu nos pênaltis diante do Paraguai, com dignidade.
• Mais tarde, no Brasil, em 2014, nova eliminação precoce,
agora no Grupo C, com derrotas para Costa do Marfim e Colômbia e empate com a
Grécia.
• Na Rússia, em 2018, o Japão se classificou pelo critério de
Fair Play no Grupo H, após vencer a Colômbia e empatar com Senegal, tendo
empatado em absolutamente todas as estatísticas com a Polônia (além de uma
derrota para o time polonês). Nas oitavas, protagonizou um jogo histórico
contra a Bélgica, abrindo 2 a 0 e sofrendo um triste revés.
• Por fim, no Catar, em 2022, os japoneses chocaram o mundo
ao vencer Alemanha e Espanha no “Grupo da Morte” (E), tendo perdido para a
Costa Rica, e avançando em primeiro lugar. A campanha terminou nas oitavas, em
derrota nos pênaltis para a Croácia.
Estatísticas gerais e algumas curiosidades
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(Foto: Jewel Samad/Getty Images) |
Gostemos ou não, o Japão ainda não figura entre as maiores
potências do futebol mundial. Porém, ano após ano, constrói seu legado com
disciplina e resultados que já o colocam como referência entre os países
asiáticos. Poucas seleções permitem que testemunhemos tão de perto sua
evolução, seus heróis e seus capítulos inesquecíveis, devido as suas próprias
trajetórias terem começado muito antes.
E para compreender plenamente essa saga, trazemos a seguir um
retrato abrangente das estatísticas que marcam a trajetória dos Samurais Azuis
desde sua estreia em Copas, em 1998 — números que contam histórias de luta,
glória e perseverança.
•
O Japão disputou 25 partidas em Copas do Mundo, com 07 vitórias, 06 empates e
12 derrotas, com um aproveitamento de 44%.
•
O Japão já marcou 25 gols em Copas do Mundo, com a exata média de 1 gol por
jogo.
•
A maior parte dos gols do Japão foram marcados no 2º tempo, sendo 16 (64%), com
os outros 9, no 1º tempo (36%).
•
O Japão marcou 15 de seus gols de dentro da grande área (60%). Houveram 5
dentro da pequena área (20%) e outros 5 fora da grande área (20%).
•
O Japão já marcou 10 gols com o pé direito (40%), 9 com o pé esquerdo (36%), 4
com a cabeça (16%) e 2 com o joelho direito (8%).
•
O Japão já sofreu 33 gols em Copas do Mundo, com uma média de 1,32 por jogo.
•
A maior parte dos gols sofridos pelo Japão foram marcados no 2º tempo, com 21
gols (64%). Os outros 12 foram no 1º tempo (36%).
•
O Japão sofreu boa parte de seus gols de dentro da grande área, sendo estes em
22 ocasiões (67%). Houveram 7 dentro da pequena área (21%) e outros 4, de fora
da grande área (12%).
•
O Japão sofreu 14 gols com o pé direito (42%). Com o pé esquerdo foram 10 (30%)
e outros 9 com a cabeça (28%).
• O
Japão detém o recorde de menor porcentagem de posse de bola (17,7%) para uma
equipe vencedora em uma partida de Copa do Mundo (contra a Espanha, em 2022).
•
O uniforme mais utilizado pelo Japão foi o principal, com camisa azul e short
branco, em 17 partidas. O time manteve a camisa azul, e mesclou com um short
também azul em 14 oportunidades, e utilizou seu uniforme reserva (camisa branca
e short azul) em apenas 3 jogos. Em resumo, o Japão utilizou sua tradicional
camisa azul em 31 das 34 partidas (91%), e 3 vezes a camisa branca (9%).
•
O Japão nunca venceu utilizando sua camisa branca.
•
O Japão já marcou dois gols em cobranças de falta em uma única partida de Copa
do Mundo (em 2010, contra a Dinamarca).
•
O Japão nunca venceu uma disputa de pênaltis em Copa do Mundo (foram duas
decisões e duas derrotas).
•
O Japão já venceu em 3 estreias de Copa do Mundo (2010, 2018, 2022), perdeu em
outras 3 (1998, 2006, 2014), e empatou em 1 oportunidade (2002).
Recordistas individuais:
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(Foto: Clive Rose, Getty Images) |
Ano após ano, a seleção japonesa mostra evolução, revelando
novos talentos e alimentando a esperança de campanhas cada vez mais sólidas.
Não por acaso, clubes europeus passaram a investir em jovens jogadores da Terra
do Sol Nascente, ampliando a visibilidade internacional do futebol nipônico.
Com destaques atuando tanto em casa quanto na elite europeia,
o Japão consolidou sua presença no cenário global. Desde 1998, craques e ídolos
surgiram, e a Copa do Mundo se tornou o palco ideal para que ganhassem
notoriedade.
A seguir, apresentamos os principais recordes individuais de
jogadores japoneses em Copas do Mundo. Comecemos pela classificação da
artilharia do país, com todos os jogadores que já marcaram pelo Japão em Copas
do Mundo:
• 04:
Keisuke Honda.
• 02:
Shinji Okazaki, Takashi Inui e Ritsu Dōan.
• 01:
Masashi Nakayama, Takayuki Suzuki, Junichi Inamoto, Hiroaki Morishima, Shunsuke
Nakamura, Keiji Tamada, Yasuhito Endō, Shinji Kagawa, Yuya Osako, Genki
Haraguchi, Takuma Asano, Ao Tanaka e Daizen Maeda.
Abaixo, você fica com a lista de todos os atletas japoneses
que já deram, diretamente, um passe/assistência para um gol em Mundiais:
• 03:
Keisuke Honda.
• 02:
Yuto Nagatomo.
• 01:
Wagner Lopes, Shinji Ono, Atsushi Yanagisawa, Daisuke Ichikawa, Yūichi Komano,
Alex, Daisuke Matsui, Takashi Inui, Gaku Shibasaki, Shinji Kagawa, Ko Itakura,
Kaoru Mitoma e Maya Yoshida.
Veja também uma lista com nomes que participaram de algum gol
marcado, seja com uma bola desviada, uma finalização na trave, entre outras
possibilidades:
• 02:
Ritsu Dōan.
• 01:
Naoki Soma, Kōji Nakata, Kazuyuki Toda, Junichi Inamoto, Yasuhito Endō, Yoshito
Ōkubo, Shinji Kagawa, Gaku Shibasaki, Yuya Osako, Takashi Inui, Takumi Minamino
e Junya Itō.
Informações e dados sobre cada convocatória:
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(Foto: VCG Photo) |
O Japão, a cada novo ciclo, reafirma sua posição como
potência do futebol asiático e alimenta sonhos cada vez maiores. O que começou
como um embrião distante transformou-se em uma seleção que cresce de forma
consistente e conquista respeito mundial.
Hoje, é comum ver clubes europeus atentos ao mercado japonês,
contratando jovens talentos que rapidamente se destacam em competições de alto
nível. Essa ponte entre o futebol local e o europeu fortalece ainda mais a
imagem dos Samurais Azuis.
Por isso, reunimos abaixo um panorama detalhado das
convocações japonesas em Copas do Mundo, mostrando como cada geração contribuiu
para a construção dessa história.
• Elenco
mais jovem que representou o Japão em uma Copa do Mundo: 1998 (média de idade
de 24,8 anos)
•
Elenco mais velho que representou o Japão em uma Copa do Mundo: 2018 (média de
idade de 29,7 anos)
•
Jogador mais jovem que representou o Japão em uma Copa do Mundo: Shinji Ono, em
1998 (18 anos, 8 meses e 18 dias)
•
Jogador mais velho que representou o Japão em uma Copa: Yūto Nagatomo, em 2026
(39 anos, 9 meses e 2 dias)
• O jogador japonês que mais participou de Copas do Mundo é
Yūto Nagatomo (2010, 2014, 2018, 2022 e 2026).
• Shunsuke Nakamura e Shinji Kagawa são os dois únicos
jogadores que utilizaram a camisa 10 em mais de uma edição de Copa do Mundo
pelo Japão.
• O
Japão já teve 3 jogadores nascidos no Brasil que disputaram Copas do Mundo
pelos Samurais Azuis.
• Ao
todo, 68 clubes diferentes já forneceram atletas ao Japão em Copas do Mundo.
•
Entre os japoneses, o Kashima Antlers lidera com 16 convocações, seguido por
Júbilo Iwata, com 11, e o Urawa Red Diamonds, com 10.
•
O Júbilo Iwata é o único clube que forneceu dois camisas 10 ao Japão em Copas
do Mundo.
• O
atual técnico, Hajime Moriyasu, é o 1º e único treinador a participar de 2
ciclos de Copa do Mundo com o país.
• O
técnico Takeshi Okada dirigiu o Japão durante a 1ª participação do país em
Copas do Mundo (1998), e depois retornou ao cargo para uma segunda edição, em
2010.
• Metade
dos treinadores que o Japão teve em Copas do Mundo foram estrangeiros.
•
O clube estrangeiro que mais cedeu jogadores ao Japão em Copas do Mundo foi o
Sint-Truiden, da Bélgica, com 4 repetições.
•
O clube, no geral, que mais cedeu jogadores ao Japão em uma única edição de
Copa do Mundo foi o Kashima Antlers, na edição de 2002. Foram 6 jogadores
envolvidos.
•
Já o clube europeu que mais cedeu jogadores ao Japão em uma única Copa do
Mundo, foi o Sint-Truiden, da Bélgica, com 3 atletas para a edição de 2026.
•
No total, 17 clubes japoneses já tiveram representantes convocados para
mundiais.
• Alemanha
é o país europeu em que mais clubes cederam jogadores ao Japão em Copas do
Mundo: 16 equipes.
•
A Inglaterra já teve 8 clubes enviando jogadores ao Japão em Copas do Mundo.
•
A França já teve 6 clubes enviando jogadores ao Japão em Copas do Mundo.
• A
Itália já teve 5 clubes enviando jogadores ao Japão em Copas do Mundo.
•
A Bélgica e a Espanha já tiveram 3 clubes enviando jogadores ao Japão em Copas
do Mundo.
• A
Dinamarca, Turquia, Portugal, Suíça, Rússia, Escócia e o México já tiveram 1
clube enviando jogadores ao Japão em Copas do Mundo.
Como chega a equipe para a atual Copa do Mundo
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(Foto: Kenta Harada/Getty Images) |
O Japão escreveu mais um capítulo marcante ao se tornar a
primeira seleção a carimbar o passaporte para a Copa do Mundo de 2026, atrás
apenas dos anfitriões. A caminhada nas Eliminatórias Asiáticas foi
irrepreensível, mas o que realmente impressiona é a maneira como a equipe de
Hajime Moriyasu se apresenta para o Mundial: organizada, madura e pronta para
desafiar qualquer adversário. Desta maneira, não há dúvidas: o Japão
consolidou-se como uma das seleções mais organizadas do planeta e desperta a
curiosidade dos fãs de futebol como possível surpresa no Mundial.
A epopeia vivida no Catar, em 2022, com triunfos sobre
Alemanha e Espanha, permanece como símbolo de coragem. Desde então, os Samurais
Azuis carregam uma invencibilidade contra europeus que já dura nove partidas –
desde 2021.
Na chamada “Era Moriyasu”, por exemplo, o Japão já triunfou
diante de quatro campeãs mundiais, faltando apenas a Itália para completar a
lista – no histórico geral. O técnico, que acumula o maior número de vitórias
da história da seleção, chega ao torneio com a missão de adicionar mais um
grande capítulo na história do país da Terra do Sol Nascente.
Vale registrar que hoje o Japão ocupa a colocação de número
17 no Ranking FIFA.
Quem são os principais nomes do elenco
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(Foto: Kim Kyung-Hoon/Reuters) |
Mesmo vivendo seu auge, com quase todo o elenco atuando na
Europa — apenas três jogadores permanecem no futebol japonês — a lista final de
Hajime Moriyasu trouxe motivos para lamentação. Não se trata de escolhas
técnicas, mas de ausências forçadas: Kaoru Mitoma, destaque do Brighton e um
dos nomes mais populares da seleção, está fora por lesão. Takumi Minamino, do
Monaco, também não estará presente. Mesmo sem eles, a seleção mantém
profundidade e talento em todas as posições. A expectativa recai sobre Takefusa
Kubo, que brilha na Real Sociedad, da Espanha, e sobre Ritsu Dōan, do Eintracht
Frankfurt, da Alemanha, agora dono da camisa 10.
No comando de ataque, Ayase Ueda vive grande fase no
Feyenoord, da Holanda, e se firma como referência ofensiva da Era Moriyasu,
mesmo sem vestir a camisa 9.
Quem também chega em alta é o meio-campista (e segundo-volante),
Daichi Kamada, após conquistar a Conference League, com o Crystal Palace, da
Inglaterra. Em uma posição repleta de opções, o craque deve ser titular. Outro
nome de peso e que também vem do futebol inglês é Wataru Endo, do Liverpool,
mas que retorna de lesão e ainda gera dúvidas sobre sua condição física. Entre
os menos conhecidos, Kaishū Sano, do Mainz 05, da Alemanha, desponta como
aposta promissora, podendo ganhar notoriedade no torneio.
Na defesa, o Japão mantém o padrão de qualidade que comprova
sua evolução no futebol. Takehiro
Tomiyasu, atualmente no Ajax, da Holanda, é o nome de maior destaque, um
jogador diferenciado que pode atuar em mais de uma posição, caso necessário.
Contudo, sua volta após uma lesão prolongada será um dos pontos de atenção da
equipe.
Na meta, Zion Suzuki, do Parma, da Itália, será o responsável
por proteger a baliza. Filho de pai ganês e mãe japonesa, o goleiro chega em
alta e com destaque no clube italiano, com a titularidade assegurada no gol da
seleção.
Embora não possamos detalhar todos os nomes para não alongar
demais a matéria, vale citar alguns ausentes das menções principais: Ao Tanaka,
do Leeds United (Inglaterra), Keito Nakamura, do Reims (França), e Junya Itō,
do Genk (Bélgica). Na defesa, também ficaram de fora desta menção Kō Itakura
(Ajax, Holanda) e Junnosuke Suzuki (Copenhagen, Dinamarca), este último
apontado já em 2025, ainda por mim, como promessa do Shonan Bellmare. Veja
aqui.
No ataque, caso Ueda precise de substituição, o escolhido
deve ser Kōki Ogawa, do NEC Nijmegen, da Holanda, e autor do último gol japonês
em um amistoso antes do Mundial.
Expectativa e previsões sobre adversários
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(Foto: Kyodo News) |
O Japão chega ao Mundial cercado de olhares atentos. A
evolução da equipe e os resultados recentes a colocam como candidata a
surpreender, mas é preciso manter os pés no chão. O futebol não se resume a
momentos de brilho, e a prudência é parte da caminhada.
Para corresponder às expectativas, os Samurais Azuis terão de
enfrentar o Grupo F, ao lado de Holanda, Suécia e Tunísia. Embora haja
confiança de que o Japão possa vencer qualquer adversário, é inegável que a
tradição e o histórico das seleções europeias tornam os confrontos
especialmente desafiadores.
A Holanda chega, em minha modesta opinião, com força
defensiva e qualidade no meio-campo, ainda que o ataque não inspire tanta
confiança. Tri-vice-campeã mundial, é apontada como favorita natural à
liderança do grupo. O Japão, por sua vez, deve disputar diretamente com a
Suécia a segunda vaga. Os escandinavos, vice-campeões em 1958 e donos de outras
campanhas históricas (dois terceiros lugares e uma quarta colocação), têm em
Viktor Gyökeres, atacante do Arsenal, sua principal esperança de gols e
classificação, mesmo sem ser considerado um craque de primeira linha.
Embora muitos apontem a Tunísia como provável lanterna do
grupo, o Japão precisa estar atento. O confronto contra os africanos pode ser
crucial para definir o futuro da equipe no Mundial. A lembrança da derrota para
a Costa Rica, em 2022, serve como alerta: não há espaço para subestimar
adversários.
Uma vitória contra a Tunísia daria ao Japão o conforto
necessário para mirar a classificação, ainda mais com o novo regulamento que
abre vaga para terceiros colocados. É o tipo de jogo que pode mudar o rumo de
uma campanha.
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(Foto: Michael Hincks)
O destino dos Samurais Azuis começa a ser traçado no próximo domingo,
14 de junho, às 17h00, contra a Holanda. Uma semana depois, na madrugada de 21
de junho, às 01h00, o duelo contra a Tunísia promete ser decisivo. O capítulo
final da fase de grupos será escrito na noite de quinta-feira, 25 de junho, às
20h00, diante da Suécia.
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conosco. Siga nossas redes sociais e fique por dentro de cada detalhe da
campanha dos Samurais Azuis.










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