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LIGA DOS CAMPEÕES DA ÁSIA: AFC anuncia mudanças no regulamento e adoção do calendário europeu já para a próxima temporada

Tradicionalmente disputada entre março e novembro, a maior competição de clubes da Ásia passa a adotar calendário semelhante ao usado pela UEFA a partir de 2023

A Associação Asiática de Futebol anunciou, nesta sexta (25), algumas mudanças no regulamento de suas competições, mas a principal delas refere-se ao calendário do maior torneio de clubes da entidade.

A partir de 2023 a Liga dos Campeões da Ásia passará a ser disputada entre o outono e a primavera, calendário semelhante ao adotado pelas competições da UEFA. 

Tradicionalmente disputada entre março e novembro, a competição leva esse formato de calendário desde a edição de 2004, seu segundo ano sob o nome de Liga dos campeões da Ásia. 

Segundo a AFC, a mudança de calendário permitirá que os principais clubes asiáticos possam se beneficiar de uma janela de transferências mais sincronizada com as das principais ligas de futebol do mundo, além de uma distribuição mais uniforme do calendário de jogos dos clubes para manter o equilíbrio com os jogos de Data Fifa.

O novo calendário servirá também para AFC Cup, outra competição de clubes da entidade.


Aumento da cota de estrangeiros e outras possíveis mudanças no regulamento da competição

Outra mudança anunciada pela entidade refere-se ao número de estrangeiros permitidos entre os relacionados para as partidas. Atualmente cada clube pode apresentar quatro jogadores estrangeiros (sendo que um tem que ter nacionalidade de um dos países da AFC, ou seja, 3+1). Com a nova regra, os clubes poderão relacionar até 6 estrangeiros, sendo permitido 5 jogadores de qualquer nacionalidade e um da AFC (5+1). A nova regra entra em vigor a partir da temporada 2023-2024.

Outras mudanças no regulamento de competições da AFC estão sendo estudadas pela entidade, como a alteração da regra sobre sobre suspensões automáticas, para que o jogador só seja suspenso da próxima partida da competição caso seja advertido com cartão amarelo em três partidas diferentes, ao invés de duas, como é atualmente.

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